Conta de luz fica ainda mais cara a partir de hoje

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A conta de luz vai ficar mais cara a partir de hoje. Com o aumento do custo para geração de energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), informou na sexta-feira que para agosto a bandeira tarifária será a vermelha, no patamar 1. Neste estágio, a conta custa R$ 3,00 a mais para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Ou seja, além da tarifa cobrada pela distribuidora da região, será acrescido R$ 3,00 para cada 100 quilowatts-hora. Em julho a bandeira tarifária foi a amarela. Nesta situação, a conta fica R$ 2,00 mais cara para cada 100 kWh. Em junho, foi acionada a bandeira verde, que não traz custo adicional ao consumidor.

O sistema de bandeiras é atualizado mensalmente pelo órgão regulador, que avalia o preço da energia, o volume de chuvas e a situação dos reservatórios das hidrelétricas em todo o País para tomar uma decisão. Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento. Como a energia das termelétricas custam mais caro, a Aneel sobe o preço da conta.

A cor da bandeira é impressa na conta de luz e indica o custo da energia em função das condições da geração. As bandeiras tarifárias somente não são aplicadas ao estado de Roraima e algumas regiões da Amazônia que não estão ligadas ao sistema nacional de distribuição de energia elétrica.

A bandeira vermelha é ativada quando é preciso acionar mais usinas termelétricas, devido à falta de chuvas. Os consumidores devem intensificar o uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios neste período, para compensar a sobretaxa, recomendou a Aneel.

A situação dos reservatórios, um dos itens que compõem a tarifa de energia, é mais preocupante no Nordeste. Na região, os reservatórios operam com 15,56% da capacidade. No Sudeste e no Centro-Oeste, juntos, o nível de armazenamento está em 38,8%. No Sul, a situação é mais tranquila: 72,81%. Os patamares são inferiores aos registrados no fim de junho, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).


Com informações do JCRS, Vídeo do G1

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