PF investiga pornografia infantil em Pernambuco, 9 estados e no DF

Em Pernambuco, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva, no bairro do Ibura em Recife e na cidade de Cabrobó, Sertão do Estado

Investigação contra pornografia infantil
Investigação contra pornografia infantil Foto: Cortesia/PF

Uma operação da Polícia Federal para identificar suspeitos de produzir e distribuir na internet arquivos contendo abuso sexual de crianças foi deflagrada nessa quarta-feira (12) em Pernambuco e mais nove estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso -, além do Distrito Federal.

Ao todo, seis pessoas foram presas nas cidades pernambucanas do Recife e Cabrobó (PE), além de Ibirubá (RS), Cascavel (PR) e São Paulo (SP). Segundo a PF, havia dezenas de estrangeiros participando dessa rede internacional de distribuição de arquivos contendo exploração sexual de crianças. Com o auxílio da polícia internacional Interpol, foram encaminhadas informações para nove países: Alemanha, Emirados Árabes, Equador, Espanha, EUA, Holanda, México, Nicarágua e Peru.

Em Pernambuco, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva no bairro do Ibura, na Zona Sul do Recife, e na cidade de Cabrobó, Sertão do Estado. No Recife, o preso foi um encarregado de almoxarifado de 35 anos, que admitiu armazenar pornografia infantil em seu computador, mas negou que tivesse compartilhado ou produzido filmes. Ele foi encaminhado para o Cotel.

O outro preso é um vendedor autônomo, de 28 anos, residente em Cabrobó, que negou qualquer envolvimento com os delitos investigados. Não foram encontrados registros de pornografia infantil em seu computador, mas ele foi encaminhado para a Cadeia Pública de Salgueiro, Sertão do Estado, por ter contra si um mandado de prisão preventiva.

A Operação Acervo Proibido foi iniciada em abril de 2015, quando uma investigação em Sorocaba, São Paulo, identificou um suspeito de distribuir pornografia infantil na internet. No Brasil, foram identificados 20 locais como possíveis fontes de compartilhamento. A Justiça Federal autorizou buscas domiciliares realizadas pela Polícia Federal e a prisão preventiva de quatro pessoas.


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