Professores de Caetés vão as ruas de Garanhuns, para participar da Parada Nacional

Após reunião, os manifestantes seguiram em marcha pelas ruas do centro de Garanhuns, Participando da Parada Nacional, contra a Reforma Trabalhista e Previdenciária. 


Professores de Caetés vão as ruas de Garanhuns, para participar da parada Nacional, os Professores e servidores Públicos paralisaram as atividades nesta quarta-feira (15) em Garanhuns e região em um protesto contra as reformas da Previdência e Trabalhista, propostas pelo governo federal. As manifestações acontecem de forma simultânea e começaram por volta das 9h. Nem os organizadores e nem a Polícia Militar divulgaram o número de pessoas.

No Centro de Garanhuns, o ato público ficou concentrado em frente o Palácio  Celso Galvão(Prefeitura Da Cidade) Lá, os manifestantes bloquearam o cruzamento das ruas.

diversos servidores participaram de uma assembleia sobre as propostas do governo federal com as novas normas previdenciárias. O grupo saiu em caminhada pelas ruas do Centro

Viaturas do 9º Batalhão da Polícia Militar chegaram a acompanhar o ato em alguns momentos, mas depois o grupo seguiu sem escolta policial. Com a chegada dos manifestantes na Avenida Santo Antônio, 126 – Centro, Garanhuns, o trânsito ficou complicado após a interdição da via.

Veja o vídeo:

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Entenda a greve geral e os protestos contra as reformas de Temer

Reformas do governo federal
A reforma da Previdência proposta pelo governo prevê, entre outras coisas, a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria. A gestão Temer também apresentou um projeto para mudar a legislação trabalhista. Uma das ideias é permitir que negociações coletivas se sobreponham à lei.

Pelas regras propostas pela gestão Temer, o trabalhador que desejar se aposentar recebendo a aposentadoria integral deverá contribuir por 49 anos.

O governo federal estima que deixará de gastar cerca de R$ 740 bilhões em 10 anos, entre 2018 e 2027, com as mudanças propostas por meio da reforma da Previdência Social. Desse valor total, as mudanças no INSS e nos benefícios por prestação continuada (BPC) representariam uma economia de R$ 678 bilhões e, nos regimes próprios, de cerca de R$ 60 bilhões.


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